terça-feira, 8 de junho de 2010

Ilusão


caos sempre límpido no relógio,
os calos latejantes das horas,
dados os ponteiros à inflexibilidade
há um tempo sem nada a memorizar
olhos que sempre buscam uma fenda oblíqua
entre números congelados na parede
como se não houvesse
chance alguma de viver
mas é plena ilusão, a hora:
nidificando confusões reais
em gotas efêmeras do tempo...

9 comentários:

  1. O tempo está aí, nos machucando e nos engrandecendo aos poucos, mas é o relogio que nos apressa.
    Lindo trabalho, gatinha!
    Beijos!

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  2. damos um valor ao tempo que este não possui...

    Obrigada querida pela presença constante!

    bjs

    :-)

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  3. Querida Dayse,
    Vim agradecer o carinho e a visita no nosso Emaranhado e convidá-la a visitar
    http://po-de-poesia.blogspot.com
    O blog do meu grupo Pó de Poesia.
    Espero que goste. Seus comentários serão muito bem vindos.


    Bjs!!!

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  4. Visitarei seu blog, Marcio... para conhecer seu trabalho!

    Obrigada pela visita... espero que estas palavras possam surtir algo bom em você!

    Bjs

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  5. O tempo do tempo, em palavras, sem tempo.
    Jorge Manuel Brasil Mesquita
    Escrito e postado na Biblioteca Nacional, em 11/06/2010
    etpluribusepitaphius.blogspot.com

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  6. Obrigada por divulgar seu trabalho!
    bjs

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  7. O tempo tem um compasso imprevisivel ao Ser. Não se deixa aprisionar nas mãos

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  8. Olá Daisy, volto a visitar teu blog, e novamente me deparo com algo que nos faz mudar o olhar. Também estou acabando um conto que fala da ilusão.


    João.

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  9. Oi João!
    Saudades de você... quero ler seu conto, viu!
    Não suma, garoto!
    bjs

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